Em entrevista à Billboard Brasil, diretamente de Pirenópolis, em Goiás, o grupo 7Meia2 falou sobre a estreia no Fluir Festival, que teve sua primeira edição neste fim de semana, e sobre a importância de dar visibilidade à cena urbana do Centro-Oeste, para além do estereótipo sertanejo associado a Goiânia.
A cena goianiense é mais diversa do que costuma ser retratada: além do sertanejo, a cidade abriga uma produção forte de rap, trap e música alternativa. O 7Meia2 faz parte desse movimento e, assim como o festival, também está estreando em grandes palcos.
Para os integrantes da banda, a participação no Fluir foi especial pela chance de dividir o line-up com artistas que sempre foram referência.
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“Muito feliz de poder fazer parte desse festival, um evento que reúne artistas em que a gente sempre se inspirou. Poder estar dividindo o palco com eles hoje é surreal, sensacional”, disseram. Em outro momento, destacaram a honra de tocar ao lado dos “arquitetos da música brasileira”, referência máxima para o grupo. “Estou em êxtase até agora.”
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A banda também chamou atenção para a falta de espaço para a música urbana no Centro-Oeste. “O Centro-Oeste tem muito talento da música urbana, mas falta palco. O Fluir está vindo com essa proposta, e eu tenho certeza de que essa é a primeira edição de muitas. O talento tem, agora a gente precisa de palco para esses artistas”, disseram.
Questionado sobre os planos para 2027, o grupo disse que pretende seguir contando sua história com autenticidade e ampliando parcerias.
“Muito som, contar nossa história da nossa forma, com autenticidade. E colaborando com o máximo de artistas possível, porque a arte é sobre isso: a gente se juntar com as pessoas que estão na luta, no corre também, criar e deixar o mundo mais legal.”
